terça-feira, 9 de julho de 2013

Presidente da Câmara decide hoje sobre instalação do grupo para analisar plebiscito


O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, afirmou que a Câmara vai decidir nesta terça-feira (9) sobre a instalação da comissão para analisar a questão do plebiscito proposto pela presidente Dilma Rousseff na semana passada. Segundo ele, as lideranças vão avaliar os procedimentos regimentais e o prazo de 70 dias previsto pelo Tribunal Superior Eleitoral.
"Tem que dizer ao Brasil o que vai ser feito em relação a isso e deixar muito claro que tem que haver, pelo caminho que for trilhado, uma consulta popular. Ou por referendo, ou por plebiscito. E também encarar a questão se pode ser para 2014 ou 2016", ressalta.
Quanto à preocupação do governo sobre corte de gastos, Henrique Alves avaliou que é uma preocupação natural. Ele afirmou que vai discutir o tema em reunião nesta terça com o presidente do Senado, Renan Calheiros. "Em tempo de ajuste econômico, ajuste fiscal, vamos ter que ajudar e contribuir", disse o presidente Alves
postado em 09 de Julho de 2013 às 01:39 
por Luciano Augusto


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Especialistas apontam Marina como maior beneficiada por manifestações; Ciro a chama de “zero a esquerda”



Nas últimas pesquisas de intenção de votos para as eleições de 2014, Marina surge como a primeira candidata capaz de desbancar a reeleição da presidente Dilma Rousseff, que hoje teria 40% dos votos, contra 22% da ex-senadora. Apesar da popularidade na corrida presidencial, para o ex-ministro Ciro Gomes (PSB), Marina é um “zero a esquerda completo”.
“Ela precisa entender que aqueles 20% de votos válidos não são dela”, destaca se referindo ao percentual que a ex-petista obteve nas eleições de 2010 e que não pode ser atribuído, unicamente, ao prestigio pessoal dele. Ciro afirma que essa visão errônea não demonstra que a ex-ministra do Governo Lula teria força junto às urnas para derrotar a presidente Dilma no ano que vem.
Mas, diante de um fenômeno que deve influenciar nos palanques de 2014, o socialista admite que essa onda de manifestações desaguará em modificações imprevisíveis.
“Uma pessoa que diz que o partido [Rede, que a ex-senadora pretende criar] não é de centro, nem de esquerda ou direita, quer o quê? Também não concordo com a redução dos rótulos, mas no mundo não tem muita saída. Sobre o debate penal, por exemplo, ou o aborto, eu dei minha opinião arrostando 99 % das pessoas, arriscando-me a ser proscrito. Mas minha opinião é essa. Pergunta a da Marina”, frisou.
Para Ciro, essa é uma das questões que mostra as incoerências de uma candidata que se propõe diferente da imagem de um político tradicional, mas que teve como vice, na chapa de 2010, o dono da Natura, que tem, segundo Ciro, milhões de multa do Ibama.
Na contramão, o jornalista espanhol Juan Arias crê que a atual oferta do mercado de partidos político não satisfaz as demandas da sociedade e esse movimento dos insatisfeitos cairá, sim, no colo de um político como Marina Silva. “Essa crise atinge a todos os partidos. Acredito que nascerá, a partir daí, uma nova oposição. A Marina é uma forte candidata a arrecadar essa expressão política”, sentencia.
Fonte: Aqui CE.

Senador Eunício Oliveira se credencia a ser candidato a governador do Ceará cada dia que passa.

EUNIIO 356
QUANDO TEM UMA CADEIRA VAZIA ALGUÉM CHEGA E SENTA

Como na vida e no dia a dia, na politica funciona da mesma forma. 

Ora, o senador Eunício sabe que Cid Gomes não pode disputar um novo mandato de governador, já foi reeleito e que Cid procura fazer seu sucessor, sem risco, para sair vitorioso no seu projeto. 

Porque não ser Eunício Oliveira o nome de Cid? Eunício está tentando ser o melhor Senador que o Ceará já teve, e está caminhando bem para a  conquistar o troféu. 

Eunício em pouco mais de três anos de mandato no senado presidiu a Comissão de  Constituição e Justiça, é o líder do PMDB na casa e relata o Novo Código Penal.

Mais ainda, Eunício está entre  os 10 políticos mais influentes do Congresso Nacional. 

No território cearense, a influência de Eunício é marcante, se associando aos grandes projetos e abrindo a torneira de Brasília para irrigar de dinheiro o  governo Cid Gomes. 

Não se conhece a opinião do governador sobre o projeto de Eunício Oliveira ser candidato  ao governo mas, Cid Gomes sabe que ele é um nome, e que está se tornando irreversível seu pleito de buscar  dentro da aliança a oportunidade de governar o Ceará. É aguardar.


Fonte: Roberto Moreira do Diario do Nordeste, em 08/07/2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Dilma perde pontos na corrida eleitoral e não venceria em 1º turno. Marina Silva tem 23% contra 30% da presidenta Dilma, Aécio aprece com 17% e Eduardo Campos sobe para 7% na corrida presidencial de 2014.




A presidente Dilma Rousseff viu a preferência por seu nome na disputa pela reeleição em 2014 cair até 21 pontos e agora está mais próxima dos adversários do que de um encerramento da disputa em 1º turno, como apontavam simulações anteriores. A preferência por outro nome petista, Lula, também caiu, mas com menor intensidade.

Se a eleição fosse hoje, ambos ainda estariam à frente de Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSDB), Marina Silva (sem partido) e Joaquim Barbosa (sem partido), mas com alterações significativas em alguns cenários.


No cenário sem o nome do atual presidente do STF, Dilma fica com 30%, queda de 21 pontos na comparação com a pesquisa que foi a campo no início de março. Em seguida aparecem Marina Silva, com 23% (ante 16% na última pesquisa); Aécio Neves, com 17% (antes, 14%); e Campos, com 7% (tinha 6%). Uma fatia de 8% não respondeu.

A parcela de intenções em votos em branco, nulo ou em nenhum dos listados neste cenário cresceu de 7% para 16% desde a primeira semana de março, enquanto a taxa dos que não souberam opinar passou de 7% para 8%.

Na simulação em que são incluídos Dilma e os demais, a petista tem 29% das intenções de voto, ante 49% no início deste mês e 56% em março deste ano. A ex-senadora Marina Silva aparece com 18% neste cenário (tinha 14% na primeira semana de junho), seguida por Joaquim Barbosa (15%, ante 8% na última pesquisa), Aécio Neves (15%, ante 12%) e Eduardo Campos (5%, mesmo índice registrado anteriormente). 

Não souberam opinar 7%.

Em ambos os cenários em que aparece o nome de Dilma, cresce significativamente a intenção de votar em branco, nulo ou em nenhum dos nomes listados. No primeiro cenário, sem Barbosa, 16% dizem querer votar em branco, nulo ou nenhum, ante 7% na pesquisa do início do mês. Quando entra o nome do presidente do STF, as indicações de somam 12% (eram 6% no início do mês).

Nos cenários em que Lula é o nome do PT, a candidatura do partido que está há 10 anos à frente da Presidência ganha força. Na simulação em que são incluídos ele e Barbosa, Marina, Aécio e Campos, o ex-presidente obtém 45% das intenções de voto, queda de 10 pontos em relação à pesquisa anterior, realizada no início deste mês. Em seguida aparecem Marina Silva, com 14% (tinha 12% ); Joaquim Barbosa, com 13% (tinha 8%); Aécio Neves, com 12% (tinha 11%) e Eduardo Campos, com 3% (tinha os mesmos 3%). As indicações de votos em branco, nulo ou em nenhum deles soma 8%, e 3% não souberam responder.

Sem Barbosa na lista de presidenciáveis, Lula fica 46% das intenções de voto (na pesquisa anterior, considerando o mesmo cenário, ele tinha 56%), e é seguido por Marina (19%, ante 15% na última pesquisa), Aécio Neves (14%, ante 13% na última pesquisa) e Eduardo 
Campos (4%, ante 5% na última pesquisa). Disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum deles 11%, e 6% não souberam opinar.

Na pesquisa espontânea, em que nenhum nome é apresentado aos entrevistados, Dilma é apontada por 16%, seu menor índice desde dezembro de 2012, quando a pergunta passou a ser feita. Na última pesquisa, no início deste mês, 27% apontavam espontaneamente o nome de Dilma como candidata de preferência para 2014. No levantamento atual, a candidato do PT é seguida por Lula (6%), Aécio Neves (4%), Joaquim Barbosa (2%), e José Serra (2%), entre outros com menor percentual. A fatia dos que não souberam citar espontaneamente nenhum nome é de 55%, ante 50% na pesquisa anterior.

Lula é visto por brasileiros como o mais indicado para lidar com economia e protestos
O Instituto Datafolha também consultou os eleitores sobre qual o melhor candidato a presidente para administrar a economia e lidar com os protestos no país, apresentando como opções de respostas todos os nomes incluídos na pesquisa de intenção de voto.

Para administrar a economia, 39% apontaram, e em seguida vieram Joaquim Barbosa (11%), Dilma Rousseff (11%), Aécio Neves (11%), Marina Silva (8%) e Eduardo Campos (4%). Não souberam responder 9%, e 6% disseram que nenhum deles é o mais preparada para lidar com a economia.

Entre os mais jovens, 46% veem Lula como o mais preparado para administrar a economia. O ex-presidente também se destaca entre aqueles com renda mensal familiar de até 2 salários mínimos (46%) e nas regiões Nordeste (52%) e e Norte/Centro-oeste (48%). Entre os que têm o PT como partido de preferência, seu nome é indicado por 62%, e o de Dilma, por 18%. 

Mesmo entre os que consideram o governo Dilma ótimo ou bom, Lula é o mais indicado para gerir a economia: 48% apontam seu nome, ante 27% da atual presidente. Entre os mais escolarizados, 21% indicam Barbosa como o mais preparado para administrar a economia. No segmento dos mais ricos, 21% apontam Aécio.

Lula também é o mais apontado para lidar com os protestos (35%), seguido por Barbosa (13%), Dilma (12%), Marina Silva (11%), Aécio Neves (8%) e Eduardo Campos (3%). Há ainda 10% que não souberam responder, e 7% que não apontaram nenhum deles.


No Maracanã, ninguém queria entregar a taça para o Brasil Políticos e cartolas empurraram a tarefa de entregar a taça. E Marin usou o momento para mostrar força na CBF

Seleção fatura o tetracampeonato da Copa das Confederações após fazer 3 a 0 na Espanha (© Reuters)
TURMA DO TRETA DAS CONFEDERAÇÕES NO BRASIL EM 2013

RIO - Vaiados, políticos e cartolas empurraram uns para os outros a tarefa de aparecer entregando o troféu de campeão ao Brasil. Na sala VIP do Maracanã, a elegância dos vestidos, champanhe francesa e joias não conseguia esconder o mal-estar entre Fifa, governo e CBF, enquanto bombas explodiam fora do estádio.

 A síntese da crise foi o debate que por horas se travou sobre quem entregaria a taça ao campeão. Sem Dilma Rousseff no estádio, ninguém queria ser vaiado.

O único que insistia em aparecer era José Maria Marin, presidente da CBF, que queria usar o momento para se fortalecer no cargo, depois de meses de pressão por sua renúncia. Ele chegou a ter de tomar um calmante diante da "emoção".

Mas foi a ausência de Dilma que causou a maior saia-justa, temendo outra vaia como ocorreu no jogo de abertura. Ela apenas emitiu uma nota e telefonou ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, único representante da cúpula do governo federal. "Ela estava feliz", disse o ministro ao Estado. Quem não estava satisfeita era a Fifa.

Depois de muito debate, seria das mãos de Rebelo, ao lado do presidente da Fifa, Joseph Blatter, que o capitão Thiago Silva recebeu o troféu. Mas, no momento da premiação e por determinação da Fifa, as câmeras evitaram a imagem dos políticos e cartolas.

Horas antes, em Salvador, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, e o governador da Bahia, Jacques Wagner, foram vaiados no jogo entre Uruguai e Itália. No Maracanã, Blatter e Marin também foram vaiados em uma rápida aparição no telão. Já o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes evitaram a taça e as câmeras.
A ausência de Dilma esvaziou em parte o esforço de Marin de usar o jogo como palanque. Ele esperava "capitalizar" com a presença da presidente, que não tem o menor interesse em se aproximar do cartola.
Mas isso não o impediu de tentar estar em cada foto com os jogadores. Na premiação, abraçava longamente cada um deles, inclusive os espanhóis. Alguns deles não disfarçavam a saia-justa. "Foi um grande resultado. Mas a meta é 2014", declarou Marin ao Estado, exaltado.

Veja fotos da festa dos jogadores no gramado do Maracanã:

74% dos brasileiros querem prisão imediata de condenados no mensalão, diz Datafolha


Pesquisa do Datafolha apontou que 74% dos brasileiros querem que os réus condenados no processo do mensalãosejam presos imediatamente.

Até mesmo entre os entrevistados que disseram ter o PT como partido de preferência o percentual de respostas favoráveis à imediata execução das penas aplicadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) foi alto --coincidiu com o índice geral da pesquisa de 74%.

O julgamento do mensalão foi concluído em dezembro passado e os réus apresentaram recursos contra as condenações. Cabe agora ao relator do caso, o ministro Joaquim Barbosa, marcar a data para o início da análise das apelações pelo plenário do STF.

Segundo o entendimento dos ministros da corte, as prisões dos condenados só poderão ocorrer depois que se esgotarem as possibilidades de apresentação de recursos, o que na linguagem jurídica recebe o nome de "trânsito em julgado".

O levantamento feito pelo Datafolha nos dias 27 e 28 de junho apontou que para 14% dos entrevistados pode ter havido injustiça no caso e os réus merecem um novo julgamento. O índice de pessoas que não souberam responder à questão do instituto de pesquisa sobre a situação dos réus foi de 12%.

As maiores taxas de manifestações favoráveis à prisão imediata dos condenados foram apuradas entre os entrevistados que declararam preferir o PV (83%), o PSDB (77%), o PT (74%) e o PMDB (74%).

Entre aqueles que disseram considerar que os réus merecem um novo julgamento, destacaram-se os entrevistados que afirmaram ter como partidos de preferência o PTB (29%), o PSB (24%), o PMDB (19%) e o PT (18%).

O Datafolha realizou 4.717 entrevistas em 196 municípios. A margem de erro máxima da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Felipão não 'fecha as portas', mas indica 80% do grupo em 2014

Com dois gols de Fred e um de Neymar, seleção vence por 3 a 0 e conquista título no Maracanã (© Reuters)

Luiz Felipe Scolari diz que as portas da seleção brasileira não estão fechadas, inclusive para Kaká e Ronaldinho. Mas deu sinais, após a vitória contra a Espanha na final da Copa das Confederações, que o título no torneio teste pode sim ser o passaporte para o Mundial de 2014, que também será disputado em solo brasileiro.

"30 dias juntos fazem que a gente conheça muito da personalidade dos atletas, saber como cada um pode ser usado. Todos os 23 que estiveram aqui foram analisados. Tenho mais um ano para definir o time. Não é porque ganhou o  título que vai estar na Copa, mas 70% ou 80% da equipe a gente vai mantendo e depois acrescentando uma ou outra peça", falou o treinador sobre a montagem do time para o Mundial.

Mas, para motivar quem esteve na Copa das Confederações, Felipão não garante lugar cativo. "A gente não promete que esse vai ser o grupo do Mundial. A porta nunca está estreita, sempre está aberta para grandes jogadores", explicou.

A próxima convocação de Felipão acontece em agosto, quando o treinador chama o time que vai fazer um amistoso contra a Suíça, na casa do país europeu.
Felipão, aliás, lamentou não ter controle sobre e escolha dos rivais da seleção.

"Eu não tenho muita interferência nos amistosos.É uma empresa que organiza e a gente tem que cumprir. Na medida do possível, quero jogar contra times mais fortes do que o meu, para que eu possa continuar testando minha equipe".

Já o lateral-direito Daniel Alves endossou o discurso do treinador da seleção brasileira. Um dos remanescentes do último grupo que também foi campeão da Copa das Confederações de 2009, na África do Sul, e acabou eliminado um ano depois, nas quartas-de-final, pela Holanda. Segundo ele, o pensamento da seleção brasileira sempre foi na Copa de 2014. 

"A visão está lá na frente. Esse é só um caminho. A gente não pode achar que já fez tudo pelo fato de ter vencido a Copa das Confederações. Tive a sorte de ter ganho essa competição e depois fui eliminado nas quartas de final da Copa do Mundo. 

É importante ganhar, mas pé no chão é o lema desse grupo. Esse grupo ainda pode melhorar muito", completou Daniel.

Veja fotos da vitória do Brasil sobre a Espanha na final: